Recebi essa mensagem (de autor desconhecido) e gostaria de compartilhá-la...
Meu pai faleceu há muito tempo (e há anos, muitos, aliás) não sou mais criança. Mesmo assim, sinto grande desejo de tê-lo ainda ao meu lado para, pelo menos, “começar o começo” de tantas cascas duras que encontro pelo caminho. Hoje, minhas “tangerinas” são outras. Preciso “descascar” as dificuldades do trabalho, os obstáculos dos relacionamentos com amigos, os problemas no núcleo familiar, o esforço diário que é a construção do casamento, os retoques e pinceladas de sabedoria na imensa arte de viabilizar filhos realizados e felizes, ou então, o enfrentamento sempre tão difícil de doenças, perdas, traumas, separações, mortes, dificuldades financeiras e, até mesmo, as dúvidas e conflitos que nos afligem diante de decisões e desafios.
Em certas ocasiões, minhas tangerinas transformam-se em enormes abacaxis... Lembro-me, então, que a segurança de ser atendido pelo papai quando lhe pedia para “começar o começo” era o que me dava a certeza que conseguiria chegar até ao último pedacinho da casca e saborear a fruta. O carinho e a atenção que eu recebia do meu pai me levaram a pedir ajuda a Deus, meu Pai do Céu, que nunca morre e sempre está ao meu lado. Meu pai terreno me ensinou que Deus, o Pai do Céu, é eterno e que seu amor é a garantia das nossas vitórias.
Quando a vida parecer muito grossa e difícil, como a casca de uma tangerina para as mãos frágeis de uma criança, lembre-se de pedir a Deus: “Pai, começa o começo!”. Ele não só “começará o começo”, mas resolverá toda a situação para você.
Não sei que tipo de dificuldade eu e você estamos enfrentando ou encontraremos pela frente neste ano. Sei apenas que vou me garantir no Amor Eterno de Deus para pedir, sempre que for preciso: “Pai, começa o começo!”. (Autor desconhecido)
Me vejo, em muitos momentos, como o pai citado inicialmente, que acaba descascando toda a tangerina para o filho. Me policio, a todo o tempo, para não me envolver completamente com os problemas de todos, mas de dar apoio e palavras de carinho; para não "pescar os peixes" de amigos e familiares, e sim, de ensinar a pescar.
Acho que nos comportarmos sempre como a "galinha, mãe e superprotetora dos pintinhos" é extremamente desgastante, além de não darmos a oportunidade para que o outro descubra sua própria força.
Mas o que faz com que alguém busque força, energia e esperança de algum lugar, quando parece não mais haver?
Realmente não sei como pode ser a vida de alguém sem acreditar na existência de Deus e sua presença em todos os momentos de nossas vidas. Para mim, essa é a única explicação...
M.Fernandes

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